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Mostrando postagens de Março, 2013
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De dia Nicodemos, de dia!

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DE DIA NICODEMOS, DE DIA! João 3,1-6
Imagine você, que o seu namorado, prefira sair com você à noite e para lugares não muito movimentados. Você sempre estranhou essa postura dele, mas, um dia, depois que você se afastou por algum motivo, notou que outra moça o abordara. Curiosa você se aproximou e ouviu a moça perguntando: -Ei, você namora aquela moça? E ele gaguejando disse que vocês eram apenas conhecidos, na verdade tinha acabado de se conhecer! Qual seria sua reação? Nicodemos, fariseu, um mestre em Israel, procurava Jesus somente durante a noite. Em escondido. Ele não queria ser visto com Cristo em público. Era um homem de ótima condição social, que ocupava um cargo importante. Durante o dia estava envolto em suas ocupações no Sinédrio. Intimamente deveria ter um vazio que era preenchido com os ensinamentos de Jesus.

O retorno do Rei e os seus três recepcionistas.

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O cenário é de um dia após a batalha. Definido em versículo anterior como a vitória que se tornou, naquele mesmo dia em tristeza. Os inimigos do rei haviam sido derrotados, uma vitória para ser celebrada, a não ser por um detalhe, um dos inimigos era filho do rei. Os combatentes felizes pela vitória, enquanto que o rei chorava pelo final trágico do filho. A batalha cessara, e era hora do querido rei voltar à Jerusalém. O dia após a batalha marcaria o retorno do rei Davi à Santa Cidade. Na sua volta, o rei manda o alerta. Ele almeja ver aqueles que ele chama de meus irmãos, meus ossos e minha carne. Era para os anciãos de Judá recepcionar o rei.                Um detalhe importante acontece aqui. Em seu retorno, o rei chega até o Jordão enquanto Judá veio a Gilgal. Observe que todos os homens de Judá espera o rei que ainda está no outro lado do Jordão. E é neste momento, conforme nos mostra os versos 16, 24 e 31, que apenas três destes homens vão além do povo e se apressa…

Absalão e os outros ladrões de coração.

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Estratégia e perspicácia definem o plano de Absalão. Num período de quatro anos, este príncipe arquitetou um plano para chegar ao ponto mais alto da realeza israelita. Um plano difícil, pois seu pai, o grande rei Davi, tinha pelo menos uns treze filhos. Treze candidatos ao trono. Mas a candidatura de Absalão fugia da lógica, ele queria muito o trono, e se seu próprio pai fosse o empecilho...                 Davi havia sido um homem que tinha conquistado o coração de Israel. Havia sido aclamado rei daquela nação. Absalão, seguia os passos do pai com uma sutil diferença, ao invés de conquistar, ele roubava os corações.                 Armou seu plano justamente no acesso do povo ao rei. Quando um israelita vinha à presença do rei para apresentar alguma causa, lá estava Absalão usando suas estratégias.                 Observe que esse relato aponta para uma realidade muito comum nos dias de hoje. Estratégias ainda são feitas para impedir eu e você de termos acesso ao Grande Rei. É como…

Não podemos ser Pilatos.

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Pôncio Pilatos teria sido apenas mais um governante de terras consideradas bárbaras pelo Império Romano, se não fosse um detalhe. Pilatos esteve frente a frente com Cristo num momento crucial da história. O momento do julgamento do Filho de Deus.

Um governador de províncias romanas, como era o caso da Judéia, tinha funções estabelecidas pelo imperador. Mas manter a ordem social era mais que uma função, era um lema. Roma não queria problemas com terras já conquistadas. Recolher tributo e julgar questões mais difíceis que poderiam envolver a pena máxima, também eram funções do governador.

Os quatro evangelhos registram o momento em que o governador da Judéia tem a responsabilidade de julgar a Jesus. Os relatos se completam. Em cada um, há um registro que nos traz um ensinamento útil para os dias de hoje:

Tornou, pois, a entrar Pilatos na audiência, e chamou a Jesus, e disse-lhe: Tu és o Rei dos Judeus? Respondeu-lhe Jesus: Tu dizes isso de ti mesmo, ou disseram-to outros de mim? (João 1…

Crente velho ou crente renovado?

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Rm 12.2 E não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso entendimento, para experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.
1Sm 18.29 Então Saul temeu muito mais a Davi e Saul foi todos os seus dias inimigo de Davi.
     No capítulo 18 do primeiro livro de Samuel, a história  entre Saul e Davi entra em colapso. Como num jogo de gato e rato, Saul não consegue mais disfarçar, nem mesmo tolerar o sucesso de Davi. Saul havia sido ungido primeiro, mas sua postura de não reconhecer seu erro, e pior, apontar os 'outros' como culpados de suas falhas, fez com que Deus ungisse outro em seu lugar. Um mais quebrantado. Errante também, mas que reconhece seus pecados.      Então, neste capítulo em questão, temos dois ungidos. Um ungido mais antigo, e mais novo. Temos dois crentes. O crente velho, e o crente novo. Dois personagens que exemplificam muito a situação vivida hoje em dia. Aqueles crentes velhos de um lado, e os outros crentes que s…

Amor pelas almas

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AMOR PELAS ALMAS
TEXTO: Lucas 15,1-7
            Meus irmãos,             A graça e a Paz do Senhor Jesus.
            Como filhos do Altíssimo, nós sempre desejamos a presença de Cristo. No entanto, muitas vezes ficamos orgulhosos, no sentido mal da palavra, de podermos contar com essa presença. O orgulho , assim como fez com Lúcifer, nos separa de Deus.             Quando vemos uma pessoa afastada dos caminhos do Senhor, sentimos “pena” e clamamos pela misericórdia de Deus, clamamos a Deus que vá em resgate desse perdido. “Nós estamos seguros, mas aquele que está longe está perdido.” Essa posição orgulhosa nos leva para longe de Cristo. É isso mesmo! Nossa posição de “ovelhas brancas”, uma posição de salvo, mas sem atitudes (palavra da moda que pode ser trocada por obras) com um sentimento hipócrita de pena por aquela “ovelha negra”, nos retira da presença de Jesus. Veja o que o texto diz: “Que homem dentre vós, tendo cem ovelhas, e perdendo uma delas, não deixa no deserto as noventa e …

A parábola dos lavradores maus

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Bp Erisvaldo Pinheiro (ministrado em 02/03/2013)
A vinha do Rei está sendo arrendada. Não vendida, nem trocada, muito menos cedida, apenas arrendada. Dessa forma, ela continua sendo de um único e antigo dono, o Senhor Dono da Vinha, mas com os devidos cuidados dos lavradores.

Nesta belíssima parábola, nosso Mestre exorta os presentes ouvintes para o cuidado que os lavradores precisam ter da vinha do Rei. Em contraste com a supervisão do dono.

Mesmo de longe, o Senhor Dono da Vinha supervisiona e cobra por frutos, e ainda manda servos para averiguações.

Os primeiros lavradores parecem que não gostam de serem supervisionados Não gostam de prestação de contas. Parecem que são donos da vinha.

Fazem o que querem, colhem seus frutos para si e não aceitam a supervisão do Senhor Dono da Vinha.

Um servo da supervisão enviado pelo Dono da Vinha é apoderado, outro é ferido, mais outro e é morto e o derradeiro é apedrejado. E a vinha fica nas mãos dos simples lavradores. O Filho do Dono da Vi…

Samuel e os filhos de Jessé

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1Sm 16. 4-13
Frente a frente com Deus, o que você poderia apresentar ao Senhor? O que está dentro do seu coração hoje para apresentar ao Senhor?

No texto lido, Deus ordena Samuel ir até Jessé para ungir o próximo rei de Israel. Jessé significa "homem de Deus".

A unção representada pelo azeite, prefigurava o derramamento do Espírito Santo. Samuel tomou o vaso de azeite e ungiu-o no meio dos seus irmãos; e desde aquele dia em diante, o Espírito do SENHOR se apoderou de Davi.

Assim como o azeite foi derramado na descendência de Jessé, Deus quer derramar unção do Espírito Santo na tua vida.

Precisamos dessa unção. Alguns casos, aflições e batalhas dependem do derramamento dessa unção. Como nos dias caóticos de Jessé, a unção de um novo rei era a esperança de mudança.

Você quer ter esperança de mudança? faça como Jessé, apresente o que você tem diante de Deus.


· Eliabe Quando Samuel entra na casa de Jessé, logo nota Eliabe. Eliabe significa “meu Deus é Pai”. Aparência fo…

Vaso de alabastro: oportunismo ou oportunidade?

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Mt 26.7 “e aproximando dele uma mulher com um vaso de alabastro, com unguento de grande valor, e derramou-lho sobre a cabeça, quando ele estava assentado à mesa.”
O ato de ungir é citado em várias passagens nas Escrituras. Comum nos tempos antigos de Israel. Mas o que Maria (irmã de Marta, irmã de Lázaro) fez, ungindo a cabeça e os pés de Jesus, foi algo que já não era tão mais praticado. A unção na cabeça, com derramamento de óleo, era feito aos reis, cargo que já não tinha mais em Israel. A atitude dessa mulher foi vista de forma antiquada, fora de moda, caro e num momento inapropriado. Afinal, era um jantar na casa de um certo Simeão. Foi um ato de oportunismo, desaprovado pelos presentes à mesa. Exceto por Jesus.

Resultados da ressurreição

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"Então, Jesus disse-lhes: Não temais; ide dizer a meus irmãos que vão a Galiléia e lá me verão." (Mateus 28.10)


Os resultados do ministério de Cristo se dividem em duas partes. Na primeira, não sei se é adequado  chamar de resultados. Pelo menos não são tão efusivos. Mas os resultados estão registrados ao longo dos quatro evangelhos. No seu nascimento, sentença de morte. Na sua família, preocupação de trancá-lo. Na sua cidade, vontade de apedrejá-lo. Na sua jornada, dezenas de discípulos. Na sua sentença, nenhum discípulo. Na Jerusalém Santa, uma multidão o recebeu com ramos gritando Hosana nas Alturas, bendito aquele que vem em nome do Senhor. Na mesma Jerusalém Santa, a mesma multidão o condenou gritando liberte Barrabás e crucifica o nazareno. São resultados que não nos deixam tão otimistas e empolgados. Vivemos para ter resultados. Não vivemos para ganharmos algo em troca de nossas ações, mas esperamos resultados em nossas vidas daquilo que realizamos. Mas, as vezes, …

O que você está construindo para Deus?

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“Semeais muito, e recolheis pouco; comeis, porém não vos fartais; bebeis, porém não vos saciais; vesti-vos, porém ninguém se aquece; e o que recebe salário, recebe-o num saco furado.” (Ageu 1,6)
 Construindo na adversidade.


O povo de Israel tinha a ordenança de reconstruir o Templo do Senhor. No entanto estavam mais preocupados na reconstrução de suas próprias casas. Temos a triste postura de pensar que Deus pode esperar, mas o povo viu que o princípio de colocar os Planos de Deus encabeçando sua lista de prioridades era essencial. A profecia ou o aviso do Senhor falado pelo profeta Ageu causou um grande impacto ao governador, ao sacerdote e ao povo. E isso trouxe à consciência a necessidade da construir algo para Deus. Se você tem semeado muito e colhido pouco, se tem comido, mas não tem se fartado e o seu salário tem sido colocado num saco furado, está na hora de verificar onde, em sua lista de prioridades, está a reconstrução do Templo do Senhor
Construindo por amor.



Na batalha, arrependimento e Ebenézer.

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“Tomou, então, Samuel uma pedra, e a pôs entre Mispa e Sem, e lhe chamou Ebenézer, e disse:  Até aqui nos ajudou o Senhor.” (1 Samuel 7.12)
Na antiga aliança, as batalhas marcam o relato bíblico. Sob a luz no novo testamento, também travamos severas batalhas. Não mais contra filisteus, agora a nossa luta é contra os principados e potestades, mundo e pecado, e contra nós mesmos. Do terceiro ao sétimo capítulo do primeiro livro do profeta, juiz e sacerdote Samuel, está registrado uma batalha que nos encoraja muito nas nossas lutas travadas de hoje. Esperança, arrependimento e ajuda do Senhor marcaram essa batalha épica, e pode marcar sua batalha também.

·Esperança sucedida pela frustração.

  Israel vai perdendo a batalha para os filisteus. Então, a Arca do Senhor é trazida para a batalha.O povo de Deus enche o coração de esperança. Jubilam tanto que a terra estremece e os inimigos são tomados de medo.                 Tudo aponta para um final feliz. A hora da virada, a presença da Arc…

Da necessidade ao sonho. Do sonho à Promessa de Deus.

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Todos nós temos necessidades. Nas diversas áreas de nossas vidas, temos necessidades. Família, matrimônio, carreira, trabalho, ministério ou pessoal, traçamos metas, objetivos, vontades, resultados, sucesso, colheita, necessidades que nos acompanha em nosso coração.      Ao olharmos para o texto em questão, percebemos que Deus quer que tenhamos algo maior que necessidades. Ele nos permite sonharmos. Ele quer transformar nossas necessidades em sonhos.
Transformando necessidades em sonhos. A sunamita oferecia pão para o santo do Senhor. O profeta passava e se alimentava com a dádiva dessa mulher.  Essa mulher era casada num tempo em que a função ímpar da mulher era gerar filhos para o marido. Mas ela ainda não havia gerado. Ela tinha a necessidade de ter um filho, mas ainda não era sonho. Isso tinha que mudar.